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Caixa pode voltar a elevar juro do crédito imobiliário no ano

 

A Caixa Econômica Federal pode voltar a elevar o juro do financiamento imobiliário nesse ano, se necessário, disse nesta terça-feira (12) o diretor de habitação do banco, Teotônio Rezende. Segundo o executivo, embora não haja previsão de aumento neste momento, a elevação pode acontecer diante da maior pressão sobre as margens do banco, provocada pelo uso de recursos mais caros para conceder empréstimos.

"Se necessário, teremos que fazer", disse Rezende a jornalistas durante evento do setor imobiliário.

A declaração reflete, em parte, os sucessivos resgates no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), principal fonte de financiamento para compra de imóveis no país, dado a perda de atratividade do investimento, que paga 6% ao ano mais TR, enquanto a Selic (taxa básica de juros) está em 14,25% anuais.

Após resgates líquidos recordes de R$ 53,6 bilhões em 2015, a caderneta de poupança já teve saída de R$ 24 bilhões só no primeiro trimestre desse ano.

Com isso, a Caixa, maior concessora de crédito para habitação do país, tem sido obrigada a lastrear parte dos empréstimos feitos para o setor em papéis de mercado, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), que têm custo maior.

Atualmente, cerca de um terço dos empréstimos do banco feitos por meio do SBPE são lastreados em LCI. A meta da Caixa é reduzir esse percentual para cerca de 15%, disse Rezende.

CONCESSÕES

Para evitar uma pressão maior sobre suas margens, a Caixa subiu o juro dos empréstimos para os tomadores quatro vezes desde o começo do ano passado, a última em março. Com isso, o juro médio das concessões no banco subiu de cerca de 8% para 10% anuais. O teto regulatório é de 12%.

Em outra frente, a Caixa também está sendo mais rigorosa em novas concessões, seja exigindo valor de entrada maior ou mais garantias dos tomadores.

Com isso, o banco prevê desembolsar cerca de R$ 87 bilhões em novos empréstimos para o setor em 2016, ante R$ 90 bilhões no ano passado. No pico, em 2013, o banco estatal chegou a emprestar cerca de R$ 135 bilhões.

"Aquele volume de concessões que tínhamos nos últimos anos não volta mais", disse Rezende durante apresentação no evento.

De acordo com ele, o estoque de crédito imobiliário do banco deve crescer ao redor de 12% em 2016, em ritmo parecido com o do ano passado. Ele previu que uma aceleração do mercado vai demorar.

"Enquanto a Selic não voltar a um dígito, o ritmo do mercado não volta a acelerar", concluiu.

Por Reuters

Fonte: Site da Folha de São Paulo, Mercado, 12/04/2016

A importância da Logística no Canteiro de Obras

A Logística é um conceito presente desde o princípio da humanidade, quando eram travadas enormes e infinitas guerras, onde distâncias enormes eram percorridas e batalhas sem fim eram travadas. O conceito de mobilidade, transporte, disposição de insumos, tinha que estar presente e consequentemente quem praticava essas técnicas com melhor desempenho, conseguia chegar a vitória.

Os princípios da Logística estão cada vez mais se estabelecendo na Construção Civil. Pouco a pouco estamos entendendo que não se trata mais de um  almoxarife no canteiro e a gestão de  materiais está resolvida. Precisamos cada vez mais de  gerenciamento da cadeia de suprimentos funcionando junto a produção, e da mentalidade  do risco e da importância deste controle. Falhas de gestão de suprimentos e aplicação do  conceito de logística nos canteiros são responsáveis pela ineficiência, desperdícios, geração de resíduos, impactos ambientais e baixa de produtividade nas equipes de produção.

O planejamento  da logística começa junto com os projetos, na programação dos layouts, organização para recebimentos, respeitando leis, como as que restringem a circulação de caminhões nos períodos de pico, estabelecendo os equipamentos necessários de acordo com os materiais e tipo de canteiro. Devem ser analisados diversos fatores e possibilidades, com um objetivo comum de  suprir a  produção da melhor forma e qualidade, para que não ocorra baixa na produtividade, tão pouco perdas e desperdícios.

Lucas Teixeira

Consultor Versalit 

Interessado em maiores informações ou como a logística pode contribuir no resultado do teu empreendimento, será um prazer receber um contato para agendarmos uma visita pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou (51) 3061-0460.

Diretrizes e requisitos para elaboração de Manuais de uso, operação e manutenção das edificações

A NBR 14037 Estabelece os requisitos mínimos para elaboração e apresentação dos conteúdos a serem incluídos no Manual de uso, operação e manutenção das edificações e define as informações técnicas mínimas necessárias ao desenvolvimento das atividades de uso, operação dos equipamentos e manutenção das edificações.

A vida útil de um edifício depende da eficiência do projeto, da construção, das condições de agressividade do meio e dos cuidados no uso e manutenção. A vida útil prevista no projeto da habitação só poderá ser atingida com o seu uso correto e adoção de uma manutenção eficiente, sendo que a utilização correta do edifício só será possível com o atendimento integral ao manual de uso, operação e manutenção do imóvel. Por isso a importância do manual ser elaborado de acordo com a norma ABNT NBR 14037 e a sua manutenção efetuada de acordo com a ABNT NBR 5674.

A importância do Manual de uso, operação e manutenção, para a vida útil das edificações levou a Versalit a realizar o treinamento “Diretrizes e requisitos para elaboração de Manuais de uso, operação e manutenção das edificações”, com o objetivo de contribuir com a  melhoria da aderência e da  a qualidade da documentação técnica, Discutindo e compartilhando conceitos sobre os requisitos mínimos estabelecidos para elaboração e apresentação dos conteúdos a serem incluídos no Manual de uso, operação e manutenção das edificações, conforme normatização vigente.

Anelise Victória

Consultora Versalit

Norma de Desempenho em Edificações Habitacionais

A Arquiteta Vera Rosa participou nos dias 10, 11 e 12 de abril, em Brasília, do curso de capacitação de multiplicadores sobre o conteúdo da Norma de Desempenho – ABNT NBR 15575:2013, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção - CBIC.

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PSQ de Esquadrias de Aluminio

Conforme veiculado na última edição da revista Equipe de Obra (edição 59 de maio/13) o PSQ (Programa Setorial da Qualidade) de Esquadrias de Alumínio vai identificar e adquirir no mercado esquadrias e submete-las a ensaios com base na NBR 10821 - Esquadrias Externas para Edificações. Os laudos serão encaminhados para o Ministério Público, Procon e Delegacia do Consumidor, e informado no site do PSQ no PBQP-H. 

 

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ABNT - Norma de Desempenho

ABNT PUBLICA NORMA DE DESEMPENHO 15.575 – DESEMPENHO DE EDIFICAÇÕES HABITACIONAIS

Enviado por Sandra Bezerra, qua, 20/02/2013 - 14:28

Foi publicada nessa terça-feira, 19 de fevereiro de 2013, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, a ABNT NBR 15.575 – Desempenho de Edificações Habitacionais, mais conhecida como Norma de Desempenho. A Norma passa a vigorar no dia 19 de julho de 2013, ou seja, após 150 dias da sua publicação, podendo ser exigida a partir desta data nos projetos que forem protocolados para aprovação nos órgãos públicos.

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Avessas a IPOs, construtoras menores focam em nichos para crescer

A corrida desenfreada de construtoras e incorporadoras rumo à Bovespa em 2006 e 2007 deixou como legado uma nova geração de companhias que aprenderam com os erros das veteranas e assumiram certa aversão à abertura de capital.

Integrantes de um setor bastante fragmentado, formado em grande parte por empresas familiares, construtoras e incorporadoras de menor porte aprenderam que é preciso ter foco de atuação para sobreviver no cenário de concorrência acirrada.

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